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O som do silêncio: uma nota sobre a abertura dos Jogos Olímpicos de 2016

Por que é que o Brasil, em eventos internacionais desse tipo, sempre mostra apenas seu lado mais exótico, e, sobretudo, repisa a imagem de povo pacífico que resolve tudo na base da ‘cordialidade’?

A cerimônia de abertura da Olimpíada 2016, que ocorreu no Estádio do Maracanã no dia 5 de agosto, uma sexta-feira, tinha tudo para agradar, e agradou. O verdadeiro show de luzes, cores, personalidades nacionais, projeções e muita música emocionou brasileiros e estrangeiros, provando como o país sabe organizar eventos desse tipo e proporção. Ademais, com extremo bom gosto e poucos recursos. E não é para menos; somos quase especializados nesse  gênero de espetáculo que envolve multidões. Basta lembrar da nossa expertise não apenas nos desfiles de carnaval na Marquês de Sapucaí no Rio de Janeiro, como nos blocos que se espalham pelas ruas e cidades do Brasil no mês de fevereiro.

Mas dessa vez seria preciso superar a expectativa, que já era alta, com mensagens acomodando valores caros aos brasileiros mas também mais universais, e que tocassem os corações que batem forte pelo mundo afora. Por isso mesmo, o espetáculo juntou motivos que iam da preservação do meio ambiente à denúncia dos grupos de refugiados; ondas gigantes com os trópicos calmos, muito bem exaltados nos trajes coloridos, no ritmo da percussão, no samba dos passistas, no funk sincopado e na voz delicada – quase intimista a despeito da massa que o ouvia – de Paulinho da Viola. Não discuto portanto a competência do espetáculo. Muito menos a organização ou os efeitos especiais que fizeram do acontecimento um evento memorável; daqueles que a memória não pode ou quer apagar.

Mas gostaria de fazer uma pergunta que não quer calar. Por que é que o Brasil, em eventos internacionais desse tipo, sempre mostra apenas seu lado mais exótico, e, sobretudo, repisa a imagem de povo pacífico que resolve tudo na base da “cordialidade”? Esse é, com efeito, o conceito mais castigado de nossa literatura pátria, e um “fantasma” que assombrou seu autor, Sérgio Buarque de Holanda, durante 33 anos – tempo em que escreveu e reescreveu seu “Raízes do Brasil”, cuja primeira edição data de 1936 e a última, revisada pelo autor, de 1969. Holanda dizia que cordial vinha de “cor”, coração, e que esse órgão tinha bons, mas também maus sentimentos; tudo ao mesmo tempo. Cordialidade não é apenas bondade, mas também inimizade, hierarquia, relações assimétricas e violência; tudo ao mesmo tempo.

VALE A PENA, PORTANTO, REFLETIR SOBRE O PAPEL QUE A HISTÓRIA DO BRASIL CUMPRIU NESSA FESTA. ELA FOI REPRESENTADA DE MANEIRA BASICAMENTE EVOLUTIVA.

Em contraposição, e não por coincidência, nos apresentamos “fraternalmente” já nas exposições universais do século 19, quando o próprio imperador Pedro 2º sentava-se na frente dos estandes nacionais, junto com plantas de café, cocares indígenas e peças de artesanato local. Foi assim também na primeira vez que o Brasil virou tema na Feira de Livros de Frankfurt, em 1994, ocasião em que definimos o país a partir da natureza selvagem, da mestiçagem, do café e da caipirinha. Também não foi muito diferente na cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2014, quando expusemos um país para “inglês ver”.  Enfim, de lá para cá, mudamos e não mudamos. Vamos exibindo uma nação especial, porque por aqui se combinam a mais acurada modernidade com a exaltação absoluta dos trópicos “bonitos por natureza” e “abençoados por Deus”, como cantam os versos da música de Jorge Ben Jor, que vai virando hino da Olimpíada de 2016. Nos definimos, ontem e hoje, como um país cuja “diferença” é exaltada – por exemplo na fala de Regina Casé – mas onde o conflito continua a figurar como sombra ou tema silencioso.

Vale a pena, portanto, refletir sobre o papel que a história do Brasil cumpriu nessa festa. Ela foi representada de maneira basicamente evolutiva. Os índios – contratados dentre os integrantes do festival do Boi-Bumbá de Parintins  – surgiram de forma espetacular. Entretanto, na ordem do ritual, seu lugar é o de cuidar da floresta virgem e pavimentar a passagem para uma sociedade agrícola. São apresentados como passado; não como presente. Além do mais, escapou do programa qualquer referência acerca do genocídio que caracterizou essa época de “desencontro do Brasil”. Até os dias de hoje há muita controvérsia sobre a antiguidade dos povos do Novo Mundo, que só era novo em relação a uma Europa que se reconhecia, já então, como velha. As estimativas mais tradicionais mencionam o período de 12 mil anos; pesquisas recentes arriscam projetar de 30 mil a 35 mil anos. O que não resta dúvida é sobre essa saga indígena e dos inúmeros povos que desapareceram na conta do morticínio que teve início naquele momento: uma população estimada na casa dos milhões, em 1500, foi sendo reduzida a cerca de 800 mil habitantes, que correspondem à nossa população indígena atual.

O fato é que na nossa história (como em qualquer outra) nada existe de encadeado ou previsível. O que dizer então da continuidade desse passeio olímpico, quando, quase que “naturalmente”, surgem os escravizados?  Hoje sabemos que o Brasil recebeu 40% do total de africanos que compulsoriamente deixaram seu continente para trabalhar nas colônias agrícolas do continente americano, sob regime de escravidão, num total de cerca de 3,8 mihões de imigrantes. Fomos o último país a abolir a escravidão mercantil no ocidente e o resultado desse uso contínuo e extensivo, durante quatro séculos, foi o enraizamento perverso do sistema. Escravos eram abertamente leiloados, alugados, penhorados, segurados, seviciados e assassinados, diferentemente da imagem sequenciada, e muito breve, que apareceu projetada nas TVs do planeta.

Um dos momentos mais bonitos desse desfile de imagens e projeções foi a construção da cidade do Rio de Janeiro, representada por enormes caixas, bailarinos formidáveis e tecnologia da mais alta competência. Só não há como saber por que, no espaço reservado à imigração, apareceram basicamente japoneses e egípcios? Nada de espanhóis, italianos, alemães, poloneses e essa espécie de Babel que entrou no Brasil. Mas se essa mistura não apareceu, outras foram privilegiadas. Zeca Pagodinho e Marcelo D2 fizeram um casamento com final feliz, cantando “deixa a vida me levar … vida leva eu”. Elza Soares compareceu com “Canto de Osanha” que deu o tom etno-religioso que faltava à cerimônia. “Pergunte ao seu Orixá, amor só é bom se doer. Vai, vai, vai não vou”.

Entre “vou ou não vou” não há como esquecer de Gisele Bündchen, que desfilou numa passarela gigante de 128 metros, ao som de outro ícone brasileiro: “Garota de Ipanema” de Tom Jobim. A cena foi anunciada uma semana antes da abertura oficial, e em meio a muita controvérsia. Um boato circulou nas mídias, afirmando que, segundo o plano inicial, a modelo seria assaltada por um pivete em pleno Maracanã, mas que tudo acabaria em “aquele abraço”. O assombro geral foi prontamente desmentido, mas restou a má sensação da Garota de Ipanema do século 21 ser um pouco diferente daquela do bardo carioca. Nesse caso, ela é loura, de cabelos lisos e mora no exterior.

Concordo que o clima precisava ser de “celebração das diferenças”  e não parecia boa hora para encenar os conflitos e a nossa violência cotidiana. E para não ser acusada de “estragar a festa” gostaria de recorrer a casos de nações que investiram em outros argumentos na hora de organizar suas respectivas aberturas. Nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2015, que aconteceram em Sóchi, a Rússia resolveu apresentar a guerra como parte constituinte da sua representação, e não deixou de lado o construtivismo nas artes, que desempenhou um papel crítico ao Estado. Para se ter uma ideia, o equivalente significaria trazer o potencial abrasivo dos nossos modernismos, que ficaram de fora da solenidade tropical. Já nos Jogos Olímpicos de Londres 2012, se é fato que compareceram grandes símbolos do Reino Unido, como J. K. Rowling, os Beatles dublados e até a própria Rainha Elizabeth 2ª – em rara aparição dessa ordem -, os ingleses resolveram mostrar uma história, no mínimo, mais complexa. Ao mesmo tempo que descreveram de forma ufanista a Revolução Industrial, flagraram também o final do Império Britânico e de uma Era inglesa que vai desmoronando, a cada dia mais.

Sem querer introduzir uma nota dissonante no coro afinado que corretamente aplaudiu a exibição de início da Olimpíada de 2016, pretendo somente sublinhar recorrências na nossa representação. O “nosso” lado feliz, cordial, harmonioso, mesmo diante das crises que vêm se abatendo sobre o país, e que não são segredo para ninguém.

Dois aspectos mereceram, porém, boas doses de suspeita. Santos Dumont encantou com seu voo real e simulado, mas gerou polêmica sobre quem foi o “pai da aviação”; ele ou os norte-americanos irmãos Wright? Na verdade, pouco importa e quem sabe a paternidade seja mesmo partilhada.  Mas outro episódio, pretensamente controlado, gerou o maior ruído, literal e metafórico. Tinha razão Michel Temer ao pedir que evitassem mencionar seu nome durante a cerimônia. Sozinho no telão ele arriscou um tímido: “Após esse maravilhoso espetáculo, declaro abertos os Jogos Olímpicos do Rio celebrando a 31ª Olimpíada da Era Moderna”. O protocolo foi quebrado já nesse momento, uma vez que ninguém anunciou sua presença, a exemplo do que ocorreu com outras autoridades do Comitê Olímpico Internacional, como o presidente Thomas Bach. Segundo o programa, seguido à risca até então, ele seria chamado de presidente em exercício ou interino. Não foi. Mas nem assim escapou de receber uma vaia histórica. O discurso de Temer levou suados 10 segundos; suficientes para gerar uma reação no volume de 105 decibéis. Dizem que o barulho foi ensurdecedor. Esse é o preço agudo do som do silêncio.

Lilia Moritz Schwarcz é professora da USP e Global Scholar em Princeton. É autora, entre outros, de “O espetáculo das raças”, “As barbas do imperador”, “O sol do Brasil” e Brasil: uma biografia”. Foi curadora de uma série de exposições dentre as quais: Um olhar sobre o Brasil” e Histórias Mestiças”. Atualmente é curadora adjunta do Masp.

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17/08/2016 Posted by | Espaço | Deixe um comentário

Eu Sei mas não Devia – Clarice Lispector

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos
e a não ter outra vista que não as janelas ao redor.
E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora.
E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas.
E porque não abre as cortinas logo se acostuma a acender cedo a luz.
E à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora.
A tomar o café correndo porque está atrasado.
A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem.
A comer sanduíche porque não dá para almoçar.
A sair do trabalho porque já é noite.
A cochilar no ônibus porque está cansado.
A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir.
A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta.
A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e de que necessita.
E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar.
E a pagar mais do que as coisas valem.
E a saber que cada vez pagará mais.
E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma à poluição.
Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro.
À luz artificial de ligeiro tremor.
Ao choque que os olhos l evam na luz natural.
Às bactérias de água potável.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer.
Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá.
Se a praia está contaminada a gente molha só os pés e sua no resto do corpo.
Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço.
Se o trabalho está duro a gente se consola pensando no fim de semana.
E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que gasta de tanto se acostumar, e se perde de si mesma

19/05/2016 Posted by | Espaço | Deixe um comentário

Nós também somos chatos quando somos clientes

Sejá lá qual for o setor da economia, o desprezo pelo cliente é enorme

Qualquer literatura sobre vendas, gestão ou empreendedorismo enfatiza a importância de focar negócios e produtos nas necessidades e demandas do cliente. No mundo real, o que mais se ouve é que o cliente é um mal necessário: nunca sabe o que ele quer e que ele muda de vontade todos os dias.

O ser humano tem a propriedade de esquecer rapidamente as amarguras que passou; se ele nascer abaixo da linha do Equador, esta amnésia é potencializada e ele consegue criticar tudo o tempo todo, tanto quando está como fornecedor como quando vive a situação na posição de cliente.

Para ajudar a memória dos críticos de plantão, procure lembrar quantas vezes você entrou em um restaurante e criticou o garçom pela demora; ou mudou de ideia sobre o prato que escolheu; ficou irritado em uma fila de cinema ou de teatro pelo pouco caso com que foi tratado; talvez tenha perdido a cabeça ao chegar em um hotel depois de uma exaustiva viagem e seu apartamento não estar disponível. Pois é, quando somos clientes, somos tão chatos e exigentes quanto os nossos clientes.

Independentemente do setor da economia, o desprezo pelo cliente é enorme; porém, para quem trabalha com TI, isso é ainda pior, já que este tipo de profissional, na maioria das vezes, nem sabe que existe cliente; ele acredita que o mundo nasceu e gira ao entorno dele, pensa que nada existia antes e nada existirá depois do shutdown.

Tirá-lo da sua mesa é uma vitória; fazê-lo visitar aquela entidade que ele não sabe que é responsável por pagar seu salário, é um martírio; fazê-lo compreender que o cliente conhece mais do próprio negócio do que ele é quase uma missão impossível.

Todos reconhecem que é impossível manter-se competitivo e vivo no mercado sem o suporte e facilidades que a tecnologia traz, como também é consenso que é absolutamente impossível conseguir se comunicar com a rapaziada responsável por desenvolver sistemas ou manter os computadores funcionando, já que eles vivem em outro planeta!

A boa notícia é que uma nova geração começou a perceber que não dá para ir muito longe na carreira olhando apenas para o próprio umbigo; é fundamental conhecer o meio onde vive e, principalmente, compreender as necessidades e angústias dos clientes. Um dos sinais desta mudança é o aumento de matrículas em cursos com foco em negócios por profissionais que tradicionalmente só se interessavam em fazer cursos ligados a tecnologia.

Claro que ainda estamos muito distantes do tempo onde o cliente será o foco principal da empresa, até porque, mesmo para quem já se livrou do casulo e consegue visualizar o mundo além do próprio umbigo, ainda está distante de ter o foco no cliente; seu novo desafio é conseguir romper a barreira das políticas e mesquinharia corporativa que, para quem não sabe, são responsáveis pela maioria das perdas dos grandes negócios. Apenas porque gasta-se mais tempo em discutir de quem é o cliente e quem irá atendê-lo do que em ouvir e entender as suas necessidades.

03/10/2014 Posted by | Espaço | | Deixe um comentário

Guerino Seiscento

Guerino Seiscento

Placa: EJY1652
UF Emplacamento: SP
Chassi: 9BSK4X200C3803710
Fabricação/Modelo: 2011/2012
Marca: SCANIA/MPOLO PARADISO R
Cor: PRATA

27/01/2014 Posted by | Espaço | Deixe um comentário

Guimatur Turismo

Guimatur Turismo

Empresa: Guimatur Turismo
Carro: 14000
Placa: EKH-0202
Local: Assis-SP

25/01/2014 Posted by | Espaço | Deixe um comentário

Como usar o Waze? Guia rápido para navegar no GPS colaborativo

Você já usou o Waze? O aplicativo de GPS colaborativo, compatível com iOS e Android, foi comprado este ano pelo Google e está fazendo bastante sucesso no Brasil e no mundo. O aplicativo oferece, além de opções fáceis de navegação ponto a ponto, diversos tipos de recursos para reportar problemas no trânsito, trocar mensagens com amigos e compartilhar o trajeto percorrido. Para aprender a utilizar o programa, siga os passos deste tutorial.

Primeiros passos no Waze

Passo 1. Faça download do Waze em seu smartphone. Uma vez baixado, ao iniciar o aplicativo pela primeira vez, será pedido um cadastro. Use sua conta do Facebook ou seu e-mail para completar esta etapa.

Waze é bastante simples de usar (Foto: Reprodução/Aline Jesus)Waze é bastante simples de usar (Foto: Reprodução/Aline Jesus)

Passo 2. A tela principal do Waze mostra o mapa da região onde você está. A seta azul no meio do mapa representa a sua atual localização. Ao se movimentar, ela te acompanhará no trajeto.

Esta é a tela principal do Waze (Foto: Reprodução/Aline Jesus)Esta é a tela principal do Waze (Foto: Reprodução/Aline Jesus)

Passo 3. Nesta tela, basta ficar de olho no mapa para saber como está o trânsito. Quanto mais vermelhas ficarem as ruas, pior.

Passo 4. Note que há diversos ícones no mapa. Os outros bonequinhos são outros usuários do Waze ativos na região. As exclamações são alertas de problemas. Para saber mais informações sobre o que é cada um, basta tocar nos ícones.

Toque no ícone para saber a que ele se refere (Foto: Reprodução/Aline Jesus)Toque no ícone para saber a que ele se refere (Foto: Reprodução/Aline Jesus)

Alertando outros usuários sobre problemas no trânsito

Passo 5. Para relatar um incidente de percurso, basta tocar no ícone do lado direito, no canto inferior da tela principal. Você verá nove ícones.

Este é o menu de reportes de problemas no trânsito (Foto: Reprodução/Aline Jesus)Este é o menu de reportes de problemas no trânsito (Foto: Reprodução/Aline Jesus)

Passo 6. Escolha o alerta mais apropriado para o incidente: trânsito, polícia, acidente, perigo, radar, bate-papo, erro mapa, preços e bloqueio.

Passo 7. Depois de escolher o item, você poderá escrever, gravar uma mensagem e/ou tirar uma foto do local. As opções são bem simples, mas este recurso é essencial no Waze. A colaboração dos usuários é fundamental para que exista uma base de dados rica e atualizada.

Telas de reporte seguem este modelo (Foto: Reprodução/Aline Jesus)Telas de reporte seguem este modelo (Foto: Reprodução/Aline Jesus)

Passo 8. Ao clicar em Enviar, você enviará seu alerta para outros usuários. Em instantes ele entrará no mapa, e outras pessoas poderão avaliá-la e comentar nela.

Volte à tela inicial do app e comece a navegar! (Foto: Reprodução/Aline Jesus)Volte à tela inicial do app e comece a navegar! (Foto: Reprodução/Aline Jesus)

Acessando o menu do Waze

Passo 9. O menu do aplicativo pode ser acessado pelo ícone do lado esquerdo. Nele, há nove opções.

Menu tem nove opções de recursos (Foto: Reprodução/Aline Jesus)Menu tem nove opções de recursos (Foto: Reprodução/Aline Jesus)

Passo 10. Em Navegar, é possível pesquisar um endereço ou tocar em categorias para encontrar estabelecimentos próximos, de acordo com o tipo de local desejado.

Navegação tem opções de categorias e de busca por endereço (Foto: Reprodução/Aline Jesus)Navegação tem opções de categorias e de busca por endereço (Foto: Reprodução/Aline Jesus)

Passo 11. Em Preços, é possível visualizar os valores cobrados pela gasolina nos postos das redondezas.

Preços da gasolina podem ser acessados no Waze (Foto: Reprodução/Aline Jesus)Preços da gasolina podem ser acessados no Waze (Foto: Reprodução/Aline Jesus)

Passo 12. A aba Meu Waze é possível acessar o seu perfil de usuário. Neste menu você poderá ver seus pontos somados (Meu Placar) e também personalizar seu bonequinho (Meu Humor). Há uma recompensa de pontos para cada ação feita no Waze. Aumentando seu placar, é possível desbloquear novos humores.

Usuário pode customizar seu avatar no Waze (Foto: Reprodução/Aline Jesus)Usuário pode customizar seu avatar no Waze (Foto: Reprodução/Aline Jesus)

Passo 13. A opção Enviar serve para compartilhar sua localização com outra pessoa, seja usuário ou não do serviço. Esta ferramenta é muitp útil para compartilhar os dados do local de uma festa, por exemplo, para os amigos.

É possível enviar seu endereço para os amigos (Foto: Reprodução/Aline Jesus)É possível enviar seu endereço para os amigos (Foto: Reprodução/Aline Jesus)

Passo 14. O Waze também tem funções sociais, e uma delas é a troca de Mensagens. No ícone delas, é possível acessar os recados que você recebeu de outros “wazers”.

Usuário pode mandar mensagens para seus amigos (Foto: Reprodução/Aline Jesus)Usuário pode mandar mensagens para seus amigos (Foto: Reprodução/Aline Jesus)

Passo 15. O menu Alertas serve para mostrar todos os incidentes compartilhados pelos usuários do Waze. Usando sua localização, é possível mapear problemas comuns do trajeto, como “polícia”, “trânsito”, “acidentes” e “perigos”. É possível visualizar também interações na própria rede, em “bate-papos”.

Você pode ver todos os alertas da região neste menu (Foto: Reprodução/Aline Jesus)Você pode ver todos os alertas da região neste menu (Foto: Reprodução/Aline Jesus)

Passo 16. Há também outras três opções no menu principal do Waze: Desligar, para que o app seja desativado, Meus amigos, com a lista de contatos do Facebook que usam o Waze, e Config. Este último pode ser usado para realizar configurações como a vizibilidade no mapa, o idioma, as redes sociais e etc.

Interaja com os amigos do Facebook no Waze (Foto: Reprodução/Aline Jesus)Interaja com os amigos do Facebook no Waze (Foto: Reprodução/Aline Jesus)
O Waze é um aplicativo bem completo e há muitos detalhes interessantes para te auxiliar no trânsito do dia a dia. Caso você esteja em busca de uma ferramenta de GPS que tenha um funcionamento simples, que seja gratuito e tenha recursos inovadores, vale a pena conferir!
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16/11/2013 Posted by | Como Fazer, Espaço | Deixe um comentário

Quais são e como ganhar as principais badges do Foursquare

Foursquare tem um sistema de recompensas para seus usuários. Quanto mais check-ins você faz, mais “pontos” ganha. Dependendo do tipo de check-in e da periodicidade de suas marcações, você também recebe “badges”, que são medalhas que provam os seus feitos na rede social. Confira no tutorial do TechTudo como conquistar as  mais famosas do Foursquare.

Badges ficam armazenadas no seu perfil (Foto: Reprodução Thiago Barros)Badges ficam armazenadas no seu perfil (Foto: Reprodução/Thiago Barros)

Basta acessar o seu perfil no Foursquare para ter acesso à lista das principais badges. O procedimento é o seguinte: abra o menu lateral da rede social, que pode ser acessado ao tocar no ícone com três linhas brancas, localizado na parte superior direita da tela. Toque em “Perfil e Histórico” e depois em “Badges” para visualizar a lista. No total, nesta lista, há vinte badges – apenas uma parte do total das insígnias que o Foursquare oferece.

Há três categorias de badges: All Badges, Foursquare e Expertise. Na primeira, aparece a lista de todas as que você já conquistou. Na segunda, estão as principais. Na terceira, há um compilado de medalhas para feitos mais avançados, que exigem um mais do usuário. Neste tutorial, você vai conhecer as 20 badges da coleção “Foursquare” e saberá como é possível conquistar todas elas.

Newbie, Adventurer, Explorer e Superstar – As quatro badges têm relação com seu número de check-ins geral que você fez no serviço. O primeiro check-in no Foursquare garante a primeira delas. Depois, são necessários 10, 25 e 50, respectivamente.

Badges de check-ins são as mais básicas (Foto: Reprodução Thiago Barros)Badges de check-ins são as mais básicas (Foto: Reprodução/Thiago Barros)

Bender e Crunked – São badges relacionadas à sair à noite. A primeira é conquistada se você fizer check-ins quatro noites seguidas e a segunda só é recebida caso se faça quatro check-ins em uma mesma noite.

Local e Super User – Para usuários frequentes do Foursquare. A badge Local pode ser conquistada ao fazer check-in no mesmo lugar em três dias da semana. Já a Super User significa 30 check-ins, independente de locais, no mesmo mês.

Player Please e School Night – A badge Player Please é dada ao usuário que faz check-in com três de seus amigos no mesmo local. A School Night é para quem é marcado em uma escola após três horas da manhã.

Shutterbug: Badge para “fotógrafos” – profissionais e amadores. Se você costuma fazer check-ins com fotografias no Foursquare, ganhará esta medalha rapidinho. Bastam três check-ins em locais públicos com fotos para ganhar esta medalha.

Badges são exibidas em listas (Foto: Reprodução Thiago Barros)Badges são exibidas em listas (Foto: Reprodução/Thiago Barros)

Ziggy’s Wagon e Gym Rat – Estas são medalhas mais específicas. A primeira é quando um usuário faz check-in em três “podrões”, enquanto a segunda é para quem malha e dá check-in 10 vezes em um mês em sua academia.

16 candles – Esta é uma badge um tanto quanto curiosa. Você a conquista quando deseja parabéns a cinco pessoas diferentes de sua lista – desde que inclua “Happy Birthday” nas mensagens e faça um check-in após congratular seu quinto amigo.

Swarm – Conquistar esta medalha é para pessoas que gostam de grandes eventos. Ela é dada para os usuários que dão check-in em locais que tenham, pelo menos, 50 pessoas fazendo check-in.

I’m on a boat – Faça check-in em um barco ou porto para ganhar esta medalha.

Locais lotados e barcos são alguns dos check-ins que rendem badges (Foto: Reprodução Thiago Barros)Locais lotados e barcos são alguns dos check-ins que rendem badges (Foto: Reprodução/Thiago Barros)

9 to 5 – Esta badge é oferecida ao usuário quando ele realiza check-in em um local que esteja categorizado como “escritório” em 15 dias diferentes em um período de 30 dias.

Century Club – Esta talvez seja uma das medalhas mais difíceis de serem conquistadas desta lista. Para ganhá-la, é preciso somar 100 check-ins em um mesmo local.

Badges Locais – As badges de cidades que têm suas próprias medalhas do Foursquare também são exibidas nesta página – mas só quando você as conquista. Há uma lista de cidades onde há estas badges especiais, que são conquistadas ao realizar check-in em cinco dos locais listados como pontos turísticos daquela região.

15/11/2013 Posted by | Espaço | Deixe um comentário

Como curtir e comentar um check-in no Foursquare

Além de um serviço de recomendações e indicações de locais, o Foursquare também é uma rede social. Por isso, há diversas opções de interação com os seus amigos no app. Curtir e comentar os check-ins que eles fazem são as principais. Neste tutorial, você vai aprender a realizar estas ações em alguns simples passos.

Passo 1. Navegue pelo seu feed do Foursquare até encontrar uma publicação que queira curtir ou comentar.

Encontre o check-in no seu feed (Foto: Reprodução/Thiago Barros)Encontre o check-in no seu feed (Foto: Reprodução/Thiago Barros)

Passo 2. Ao encontrá-la, note que há dois ícones no canto direito inferior, logo abaixo dos detalhes do check-in: um coração e um balão de texto.

Passo 3. Para curtir, basta dar um toque no coração. Ele ficará vermelho e haverá uma indicação de que você curtiu a página abaixo do post, com um coração e a palavra você.

Check-in oferece opção de curtir clicando no coração  (Foto: Reprodução/Thiago Barros)Check-in oferece opção de curtir clicando no coração (Foto: Reprodução/Thiago Barros)

Passo 4. Para comentar, toque no balão. Abrirá uma janela com detalhes do check-in e uma caixa de texto na parte inferior para que você escreva sua mensagem.

Comentários podem ser feitos clicando no balão  (Foto: Reprodução/Thiago Barros)Comentários podem ser feitos clicando no balão (Foto: Reprodução/Thiago Barros)

15/11/2013 Posted by | Como Fazer | 1 Comentário

Como usar o Foursquare?

O famoso Foursquare, que está disponível para todos os sistemas operacionais mobile, serve para os usuários compartilharem informações sobre os lugares que visitam diariamente. Utilizando um serviço de geolocalização, ele cria uma espécie de rede social com detalhes sobre os mais diversos locais que você possa imaginar. Você ainda não o conhece? Aprenda como usá-lo neste tutorial.

Foursquare se tornou uma verdadeira febre mundial (Foto: Reprodução)
Foursquare se tornou uma verdadeira febre mundial (Foto: Reprodução)

O aplicativo permite que o usuário conheça novos lugares, recomendado por amigos da rede social, e ganhar pontos sempre que fizer check-in, que é marcar o local onde você se encontra. O sucesso é tanto até empresas estão participando do Foursquare, dando descontos e promoções.

Confira abaixo como utilizar o Foursquare no iPhone, por exemplo:

Fazer o login no Foursquare é muito fácil (Foto: Reprodução)Fazer o login no Foursquare é muito fácil
(Foto: Reprodução)

Passo 1 – O primeiro passo é criar um login no site do serviço. Acesse Foursquare.com e clique em “join now”. Siga os passos indicados na tela, insira o nome de usuário, cadastre uma senha e pronto. Em alguns segundos o seu cadastro estará feito.

Passo 2 – O segundo passo, caso você o utilize em um mobile, é fazer o download do aplicativo para o seu smartphone ou tablet.

Passo 3 – Depois do programa instalado, basta fazer o login e se preparar para usá-lo. A interface principal tem quatro opções: Amigos, Lugares, Dicas e Seu perfil.

Passo 4 – Para fazer um check-in vá à aba Lugares. O programa lhe dará uma lista dos lugares próximos de sua localização. Escolha o estabelecimento onde você está, clicando em seu nome.

É aqui que se escolhe o lugar a ser feito o check in (Foto: Reprodução)É aqui que se escolhe o lugar a ser feito o check in
(Foto: Reprodução)

Passo 5 – Você será redirecionado para uma nova página, no qual é possível escrever um comentário sobre o local, adicionar uma foto e também compartilhar esta informação pelo Facebook e/ou Twitter.

Passo 6 – Clique em check-in e pronto. Ao finalizar o processo, o aplicativo lhe concede pontos e insígnias, de acordo com o tipo de lugar onde você fez check-in. A cada novo check-in, o usuário ganha mais pontos. Alguns valem mais e outros menos e a pontuação é comparada com a de seus amigos.

Passo 7 – Na aba Amigos, é possível procurar e adicionar contatos que você conheça e que também tenham cadastro no serviço. Quanto mais amigos você tiver, mais “concorrentes” você terá no jogo criado pelo Foursquare. Em Dicas, é possível ler informações de outros usuários que também visitaram os locais em que você esteve.

Estas são as insígnias que você ganha a cada check in no Foursquare (Foto: Reprodução)Estas são as insígnias que você ganha a cada
check-in no Foursquare (Foto: Reprodução)

Passo 8 – É importante ter consciência de que o Foursquare pode ser um serviço bem útil. Não apenas para mostrar onde você está, mas também para saber o que está sendo falado sobre os seus lugares preferidos, procurar detalhes de localização e saber o que tem perto, por exemplo. Porém, é necessário cuidado. Fazer um check-in diz exatamente onde você está e não se esqueça de que uma informação como essa, nas mãos erradas, pode acabar sendo perigosa.

Badges – Fique de olho nas “Badges”, que são as medalhas que você ganha de acordo com os seus check-ins. Esta é uma das partes mais legais do joguinho do Foursquare. Há uma lista bem grande com todas elas, mas as principais são, por exemplo, Newbie, Adventurer, Explorer e Superstar, responsáveis pelo check-in em um, dez, 25 e 50 locais. Há também a “local”, quando você faz check-in no mesmo lugar três vezes na mesma semana e Superuser, quando se realiza 30 check-ins em um mês.

15/11/2013 Posted by | Como Fazer | 1 Comentário

O que é a rede social Foursquare e quais as vantagens dela?

Com o Foursquare a vida é um jogo: explore a cidade inteira, veja opiniões sobre os locais dela e conquiste medalhas enquanto vê por onde seus amigos andam.

foursquare-logo

Quando começou a ser utilizado por algumas pessoas, o Foursquare chegou a ser um pouco criticado por somente permitir “check-ins”, o que parecia uma prática invasiva, e que não oferecia grande utilidade. Porém, ao longo do tempo, a companhia desenvolveu novas ferramentas que o tornaram muito mais agradável e útil para os usuários.

O Foursquare é um aplicativo para dispositivos móveis que funciona como um guia de recomendações de locais em todo o mundo. Cada usuário pode fazer um “check-in” e realizar avaliações sobre os lugares que visita. Lançado no início de 2009, ele virou um sucesso a partir de 2010-2011 e hoje tem pouco mais de 30 milhões de usuários.

No início deste ano, por exemplo, o Foursquare se baseou nos check-ins dos usuários e lançou um guia com os melhores lugares de diversas cidades. No mês de abril, nasceu uma interfacetotalmente repaginada para o aplicativo, que aumentou bastante sua força como serviço de indicações – e não mais apenas um aplicativo de check-ins.

Além dos check-ins, o Foursquare permite que um usuário “curta” um local, escreva uma dica sobre o que já visitou, crie listas com locais que deseja visitar e, é claro, interaja com seus amigos. É possível adicionar contatos de outras redes sociais, como Facebook e o Twitter, e do seu telefone, além de ver os lugares que eles visitam e saber quando todos estão próximos a você para marcar um encontro.

Como funciona

Screenshot_2013-11-15-20-08-14Para usar o Foursquare você precisa ter uma conta no site, um celular e gostar de explorar o que está ao seu redor. A primeira coisa, portanto, é baixar o aplicativo em seu aparelho, disponível para Android, iPhone, Palm e Blackberry. Se você não tem um smartphone e mora nos Estados Unidos, pode usar mensagens de texto também.

Assim que você estiver em absolutamente qualquer local (seja parque, museu ou supermercado, por exemplo) basta fazer o chamado “check-in”.

Ao fazer isso, sua posição vai para a rede social do serviço, Twitter e Facebook (se você os adicionou à sua conta) e todos podem saber exatamente o local em que você está, com indicação no mapa junto ao endereço e opiniões a respeito. Se o local não existir ainda no Foursquare, você pode adicioná-lo.

Da mesma forma que todos podem ver onde você está, é possível acompanhar o itinerário de seus amigos e ver por onde eles andam. Cada um que usa o serviço é capaz de adicionar seus locais preferidos em uma lista.

Conquistas e pontos

Sabe aquele local em que você vai tanto que começam a perguntar se você trabalha por lá? Bem, o Foursquare premia aqueles que mais fizerem check-in em um determinado local “coroando” como prefeito (“Mayor”) do local. Mas, basta que alguém apareça mais do que você no local e o título de prefeito passa para a outra pessoa.

Além de ser o prefeito do local, você também recebe medalhas (“badges”) por realizar check-in em locais e datas interessantes. Por exemplo: se você sair todas as noites no mesmo local, uma medalha aparece em seu perfil com essa descrição. Outras formas de conseguir conquistas é utilizar palavras-chave que descrevam o local, como pizza, restaurante, show etc.

Já os pontos são acumulados junto às conquistas, mas funcionam mais ligados ao serviço em si. Ou seja, seu primeiro check-in ou cinco vezes em um determinado local, por exemplo. Os pontos também podem ser ganhos simplesmente por fazer login no Foursquare.

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Ainda não há exatamente um objetivo para os pontos, mas é possível que futuramente se convertam em prêmios reais. Já houve doações para caridades por cada ponto dos usuários.

Afinal, qual a vantagem de se usar o Foursquare?

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Parece apenas mais um serviço bobo, não é? Entretanto, com certeza o Foursquare tem as suas vantagens. Em primeiro lugar, imagine que você pode saber sempre por onde seus amigos andam e vice-versa. Quer uma companhia para almoçar? Faça o check-in e torça para que algum amigo por perto veja.

Sendo assim, o Foursquare acaba sendo o guia mais confiável sobre vários locais da cidade, já que são opiniões reais de pessoas que passaram mesmo por lá. Dificilmente algo assim é encontrado no Brasil, mas alguns estabelecimentos já oferecem prêmios e descontos especiais para “prefeitos” e outros usuários do serviço.

Uma ameaça à privacidade?

Não só com novas redes sociais, mas com absolutamente tudo relacionado à internet precisamos ter cada vez mais cuidado. Você provavelmente já experimentou digitar o seu nome no Google para ver o que aparece. E se absolutamente qualquer pessoa pudesse saber exatamente a sua localização atual?

Aí é que está o problema do Foursquare. Quando você faz o check-in, as informações do local em que você está, incluindo coordenadas e localização no mapa, aparecem na tela e estão disponíveis para absolutamente qualquer pessoa ver. Talvez pessoas estranhas saberem por onde você anda e quais são seus locais preferidos não seja algo muito legal.

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15/11/2013 Posted by | Espaço, Informações | 1 Comentário

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