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Acidentes nucleares no Japão

O mundo inteiro ficou chocado ao ver aquela onda gigante atacando o Japão no mês passado. Mesmo sendo o país mais “preparado” para tragédias do mundo, o Japão sofreu, e ainda sofre, com as consequências desse desastre. De acordo com as autoridades japonesas, morreram, até o momento, 12.157 pessoas, e cerca de 15.500 estão desaparecidas.

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Além de todo o trauma psicológico e das perdas materiais causadas pelo tsunami e pelos terremotos, os japoneses ainda estão sofrendo por causa das explosões que ocorreram na usinade Fukushima.
Perto da usina, moravam mais de 160 mil pessoas, que, agora, estão vivendo em abrigos, já que foram retiradas de suas casas por causa do alto nível de radiação, ao qual seriam expostas.

Desde a desgraça, a companhia responsável pela usina e as autoridades japonesas tentam controlar a situação. Mas, está difícil. E o pior é que, para controlar a situação, a companhia Tokyo Electric Power (Tepco), responsável pela usina, declarou que irá jogar água contaminada com substâncias radioativas no Oceano Pacífico, poluindo ainda mais o ambiente.

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O que aconteceu nas usinas é que, com o tremor e a explosão, os sistemas de resfriamento dos reatores nucleares ficaram destruídos.

O pior é que o volume de água não é pequeno – são, aproximadamente, 11.500 toneladas, com um nível de radiaçãoaté 100 vezes maior que o limite permitido por lei.

Desse volume todo, 10 mil toneladas advêm de depósitos especiais da usina, e os outros 1.500 estavam no porão das unidades 5 e 6, que explodiram.

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A empresa declarou que não tem outra opção. O objetivo é aumentar o espaço nos locais onde está a água, para colocar neles uma água que está com um nível maior de radioatividade. Tal água está concentrada nos reatores 1, 2 e 3. A empresa está com dificuldade para resfriar tais reatores e, se isso não for feito, o estrago poderá ser maior ainda.

Na proteção de um dos reatores (o reator 2), há uma rachadura de 20 centímetros no poço de concreto, por onde está vazando a água contaminada. Os japoneses tentaram tampar a rachadura com um polímeroque tem alta capacidade de adsorção. Mas, mesmo assim, não foi obtido o resultado desejável.
Mas, as autoridades declararam que esse despejo no mar não será uma ameaça para a saúde humana, e a empresa declarou que irão tentar bloquear o vazamento.

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Anda em vigor uma discussão na Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). O diretor Yukiya Amano declarou que o mundo e aindústria atômica não podem continuar "como se nada tivesse ocorrido" na abertura da 5ª Conferência de Revisão da Convenção de Segurança Nuclear (CNS). Também disse que "é preciso fazer mais para fortalecer a segurança nas usinas nucleares para reduzir significativamente os riscos de futuros acidentes". Em tal conferência, estiveram os reguladores nucleares dos 71 países que aderiram a essa convenção internacional.

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12/04/2011 - Posted by | Espaço

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